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domingo, 19 de julho de 2015
sábado, 2 de maio de 2015
sábado, 22 de novembro de 2014
sábado, 23 de agosto de 2014
sábado, 19 de julho de 2014
Recall no Chevrolet Camaro no Brasil
Defeito na chave de ignição afeta 4.735 unidades vendidas no País
Mais um recall foi adicionado à extensa lista de convocações da General
Motors em 2014. E, dessa vez, o chamado diz respeito ao mercado
brasileiro, já que o defeito está relacionado ao Chevrolet Camaro
vendido no País.
Estão envolvidas 4.735 unidades do muscle car, todas elas produzidas entre 20 de julho de 2010 e 1º de junho de 2014. Nos carros em questão, a chave de ignição pode girar em caso de movimento brusco do motorista, desligando o carro mesmo em alta velocidade.
As numerações dos chassis dos modelos envolvidos estão entre B9110300 e E9318718. Para mais informações sobre os procedimentos de reparo, a montadora disponibiliza o telefone gratuito 0800 702 4200.
Estão envolvidas 4.735 unidades do muscle car, todas elas produzidas entre 20 de julho de 2010 e 1º de junho de 2014. Nos carros em questão, a chave de ignição pode girar em caso de movimento brusco do motorista, desligando o carro mesmo em alta velocidade.
As numerações dos chassis dos modelos envolvidos estão entre B9110300 e E9318718. Para mais informações sobre os procedimentos de reparo, a montadora disponibiliza o telefone gratuito 0800 702 4200.
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quinta-feira, 26 de junho de 2014
Ferrari de Ouro
Não basta
ser Ferrari, tem que ser de ouro !
Os sheiks do Oriente Médio vivem em uma constante guerra entre si. Nada militar, mas uma guerra de egos: quem constrói o maior prédio, quem tem o maior jato, quem consegue o carro mais exótico... Aliás, no quesito carros é algo impressionante, a bola da vez é uma Ferrari F599 GTB Fiorano, banhada a ouro. Lindíssima !
DIVERSI-CAR
domingo, 11 de maio de 2014
O Audi A3
O Audi A3 é um hatchback
médio de motor dianteiro transversal e tração dianteira ou integral, feito
sobre a plataforma (esquema de encaixe de motor e suspensões) do VW
Golf. Ele vem sendo produzido desde 1996, na Alemanha, e
tinha a missão de ser o modelo de entrada da marca Audi, reconhecida por
seu padrão de qualidade e refinamento de luxo.
A primeira geração do carro tinha 2 configurações
de carroceria, 3 e 5 portas (5 portas produzido no Brasil), não variando,
contudo, o desenho do carro. A segunda geração do modelo também reparte a
plataforma com o VW
Golf, mas com o Golf de 5a geração. Essa nova geração estreou no final de
2002, com configurações distintas de carroceria, um hatchback de 3 portas (duas
para passageiros e uma para porta-malas) e uma de 5 portas (quatro para
passageiros e uma para o porta-malas), porém esta última com desenho traseiro
diferenciado da versão de 3 portas, com a linha do teto quase que retilínea em
direção à traseira do carro. A versão 5 portas também recebeu nome
diferenciado, A3 Sportback.
No Brasil, o Audi A3 de 1ª geração foi produzido
em linha de montagem compartilhada com o VW Golf de 4a
geração, desde 1999 até 2006 e contava com as motorizações 1.6 101 hp,1.8
125 hp e 1,8 Turbo (150,180)e S3 importado com motor 210 e 225 hp
tração quatro. Na Europa, a gama de motores é bem maior e vai desde o pacato
1,6l ao 3,0l VR6 Turbo da Volkswagen. O Audi A3 foi eleito pela revista Autoesporte
o Carro do ano do Brasil de 2000 .O A3 (tipo 8L)
foi introduzido no mercado europeu em 1996, marcando retorno da Audi para a
produção de carros menores após o fim do Audi 50. Este foi o primeiro carro da Volkswagen
Group a usar o modelo "PQ34" ou plataforma "A4", tendo
uma semelhança natural, próximo ao seu contemporâneo, o Volkswagen
Golf de 4ª geração. O carro foi inicialmente disponível apenas com uma
versão de três portas hatchback, a fim de apresentar uma imagem mais esportiva do
que o Golf, e ambos com tração dianteria e tração de quatro rodas. Todos os
motores eram um de quatro cilindros em linha, e foram montados
transversalmente. Depois do A4, o Audi A3 foi o segundo modelo da linha Audi a
utilizar cinco válvulas por cilindro.
Em 1999, a Audi expandiu a gama com a introdução
de versões mais poderosas: um 1.8 Turbo ,e de 1.9 TDI diesel. O A3 1.8T quattro
(sistema de tração nas quatro rodas) tinha 150cv ou 180cv. Em 1999, a Audi
também introduziu um corpo de cinco portas (fabricado no Brasil). No final de
2000, a gama A3 foi reestilizado com novos faróis traseiros e agrupamentos de
luz, outras pequenas mudanças cosméticas, um interior melhorado, e a introdução
de um câmbio de seis marchas de câmbio manual, 1.8 Turbo e o novo 1.9 TDI, que
gerava 130 cv.
O controle de estabilidade (ESP) e o freio com
distribuição de força (ABS) tornou-se equipamento de série em alguns países. Embora
a primeira geração Audi A3 tenha sido substituído na Europa em 2003, ele
continuou a ser vendido em alguns mercados. A produção do modelo da primeira
geração foi interrompida no Brasil em 2006.
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sábado, 3 de maio de 2014
Audi TT
| Audi TT |
O Audi TT é um modelo desportivo de dois
mais dois, ou apenas de dois lugares produzido pela Audi desde 1998 e renovado em
2006. É disponibilizado nas versões coupé e roadsterO Audi TT foi renovado no final de 2006,contando
com uma versão coupé a um cabrio que saiu em Março de 2007. Os motores são o
conhecido 2.0 TFSI de origem VW que debita 200 Cv, fazendo o TT chegar aos
100 km/H em 6.9 segundos, a sua velocidade máxima ronda os 240 km/H.
O motor 3.2 VR6 Quattro, conta com um sistema de tracção integral, com uma
velocidade máxima limitada a 250 km/h e uma aceleração dos 0 aos 100 em
6.4 segundos, consegue ter um comportamento fascinante.
Estão também disponíveis duas caixas, uma manual
e outra automática ambas de seis velocidades, sendo que esta última se denomina
S-Tronic e é uma das caixas automáticas mais avançadas dos nossos dias, fazendo
a passagem das mudanças em incríveis 0.2 segundos, com comandos atrás do
volante, faz com que qualquer um se sinta a guiar um carro de competição.A versão Roadster mantém-se fiel à tradição Audi,
e também à tradição dum verdadeiro descapotável, dada a sua capota de lona que
se tira ou põe em fantásticos 12 segundos e consegue ainda fazê-lo a uma
velocidade máxima de 50 km/h.
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quinta-feira, 1 de maio de 2014
A História do Chevrolet Corvette
![]() |
| Chevrolet Corvette 1958 roadster |
O Chevrolet Corvette
é um carro esporte criado pela Chevrolet em 1953. É fabricado hoje em dia por uma fábrica exclusiva em Bowling Green da General Motors. Foi o primeiro carro
esporte inteiramente americano fabricado por uma empresa americana. O National Corvette Museum é um museu
dedicado ao carro, também localizado em Bowling Green, Kentucky.
No início da década
de 1950, os carros desportivos europeus com seus designes arrojados faziam sucesso pelo mundo
inteiro, enquanto que o mercado americano só possuía representantes como
pesados Cadillacs
e Buicks. Nesse
período a General Motors atravessava um momento crítico, tendo sua rival, a Ford, superado suas
vendas na América do Norte por dois anos consecutivos. Os diretores do grupo
sabiam que tinham de pensar em algo para retomar o crescimento. Tom Keating,
executivo geral da Chevrolet, tinha em mente um novo carro para a colocar de
volta à primeira posição no mercado. Em junho de 1951 era iniciado o
projeto Opel.
A princípio o carro se chamaria Korvette, palavra homófona de Corvette (corveta), em
referência à pequena e veloz embarcação de escolta da Marinha inglesa. Mais
tarde optaram pelo nome Corvette.
Em 1952, engenheiro-chefe de motores da GM, Ed Cole, e o
especialista em chassis Maurice Olley trabalharam juntos no protótipo EX-122. Harley Earl, chefe de design,
baseou seu modelo em carros de corrida europeus. Em 17 de
janeiro de 1953 foi
apresentado em Nova York o primeiro modelo do Corvette que surpreendeu o
público. Era um carro diferente dos padrões americanos: pequeno, baixo, com
visual limpo e desportivo. Embora baseado em desportivos europeus, possuía
traços do desenho americano: com lanternas na ponta de um pequeno
rabo-de-peixe, era branco com o interior revestido de couro vermelho. Existem seis gerações de Corvettes. As gerações
podem ser referidas da versão C1 até C6, mas a primeira geração é mais
comummente referida como solid-axle
(eixo rígido), pelo fato de a Suspensão Traseira Independente (STI) não estar
disponível até 1963. A primeira geração começou em 1953 e terminou em 1963. A C1 era equipada
inicialmente com motor de 235 polegadas cúbicas (3.859 cm³), seis
cilindros em linha, e duas marchas no câmbio automático com tração traseira.
Rendia 150 cv de Potência bruta, chegando a
170 km/h.
O conjunto era montado sob uma carroceria de
plástico reforçado com fibra-de-vidro prensado, que resultava em um carro leve.
Não fosse o novo material, pela primeira vez empregado na produção
automobilística e que tinha o nome comercial de Fiberglass, o Corvette seria
inviável por questão de volume de produção. Os freios a tambor nas quatro rodas
e a suspensão, independente na frente e de eixo rígido na traseira, vinham de
outros modelos da marca. Zora Arkus-Duntov, o engenheiro-chefe da unidade
Corvette desde 1955,
preocupado com os baixos números de vendas e com o desempenho do modelo,
reivindicou mudanças no modelo. Concorrentes como a Ferrari 410 S e o 375
America possuíam motores V12 com mais de 300 cv. Naquela mesma época, a Ford
lançou o Thunderbird,
com um V8 de 4,5 litros. Então a GM passou a trabalhar com um V8 de 265 pol³
(4.339 cm³), que fornecia 195 cv e alcançava 200 km/h. Além disso,
foram adicionadas mais cores e a caixa automática de três velocidades,
opcional. Após baixas vendas, a GM lança em 1956 o Corvette com
significativas mudanças de estilo.
A segunda geração, desenhada por Larry Shinoda e com principais
inspirações no "Q Corvette" de Peter Brock e Chuck Pohlmann, começou
em 1963 e terminou
em 1967. Em 1963,
foi introduzido no mercado o Corvette Sting Ray (coupé baseado no carro
conceito ‘‘Mako Shark I’’), com pára-lamas
elevados, pára-choques bipartidos, e com o vidro traseiro dividido. Por
questões de segurança, os vidros traseiros foram substituídos por um inteiriço
em 64, e por causa da falta de ventilação no carro devido à pressa do projeto, foram
instalados ventiladores atrás dos bancos no mesmo ano. O motor ‘‘327’’ de 1963
possuía 320cv e chegava a 205 km. (afinação caseira). No ano seguinte o carro
ganhou freios a disco nas quatro rodas, além de um novo motor (6.478 cm3), que
produzia 425 cv e um torque de 55 kgf. Um dos principais motivos dos
projetistas era fazer o Sting Ray competir nas pistas com o mesmo nível do
lendário Shelby Cobra, que possuía um V8 427 da Ford, de mesma
potência.
Duntov e sua equipe lançaram, em 1967, o modelo L88,
equipado com o V8 427, um big-block de 7,0 litros (6.999 cm3), que
utilizava cabeçotes de alumínio e três carburadores de corpo duplo Holley.
Comenta-se que na verdade chegava a 550 cv, mas a fábrica declarava apenas 430
cv, para confortar as seguradoras. Também houve modificações na aparência, com
uma entrada de ar central que se unia ao vinco do capô. Dos 28 mil Corvettes
vendidos nesse ano, apenas 20 eram desta versão. O modelo foi pilotado por Dick Guldstrand e Bob Bondurant em Le Mans,
estabelecendo o recorde de velocidade na reta de Mulsanne com 274,4 km/h
(embora não tenha terminado a corrida). Atualmente os L88 de 1967 estão
avaliados em até US$ 650 mil.A terceira geração (de 1968 a 1982) foi inicialmente
inspirada no conceito Mako Shark II. O novo desenho
trazia faróis escamoteáveis duas grades frontais para entrada de ar para o
motor 427 V8 de 430 cv das versões L88 e também dos modelos de 300 cv. Outro
detalhe era a possibilidade de remover o vidro traseiro e o teto na versão cupê
(que durou até 1977).
Em 1969 entrou o
novo motor, o 350 V8 (5.733 cm³) small-block, que atingia a
potência máxima de 300 cv. Em 1971 a Chevrolet insere o big-block, um V8 de 454 pol³
(7.440 cm³) que produzia 425 cv e equipava a versão ZR2 enquanto que o
modelo básico vinha equipado com o V8 350 de 270 cv. Assim como o L88, foram
produzidos apenas 20 ZR2.
A partir de 1972, com a crise do petróleo e novas políticas quanto
emissões gasosas, deu-se início a uma queda de potência e cilindrada dos
motores. O big-block esteve em linha até 1974 com potência
máxima de 270cv. O 350 V8 de 1975 possuía apenas 165 cv. Novamente houve
modificações de estilo e motorização em 1977. O Corvette mostrava linhas ainda
mais angulosas, nova traseira inclinada e frente mais estreita. Adotava o motor
L82 de 180 cv, baseado no tradicional V8 350. Outra opção era o L48, com o
famoso carburador Rochester Quadrajet, que elevava a potência para 185 cv. O
carro atingia 197 km/h e acelerava de 0 a 96 km/h em 7,8 segundos,
boas marcas para aqueles tempos difíceis.
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